Feliz 2015!

Palestrante

Mais um ano terminando e, como de costume, temos aquela estranha sensação de que o tempo passou muito rápido. E muitos culpam a tecnologia por tal sensação, argumentando que estamos muito mais ocupados fazendo tudo mecanicamente, automatizando uma série de atividades cotidianas que, no passado não muito distante, enchiam nosso tempo com mais significado.

Será mesmo?

No cotexto corporativo, a falta de tecnologia não é mais um problema para a maioria das organizações: infraestrutura, hardware, sistemas e aplicativos nós possuímos de sobra. A falta de cultura, valores e objetivos grandiosos é que constitui o verdadeiro problema da narrativa dos negócios no mundo moderno e isto não tem nada a ver com a tecnologia. Na ausência de significados grandiosos, o tempo passa a ser preenchido por distrações, metas passageiras, anseios superficiais, sendo a tecnologia e o acesso à informação apenas as válvulas de escape de uma vida sem propósito, criando a ilusão de que tudo tem que ser superficial, automático e para ontem.

Um dos bens mais preciosos da nossa vida é o tempo. Sabemos reconhecer quando uma pessoa ou organização se importa conosco na medida em que o tempo delas é devotado para nos apoiar naquilo que for preciso, gerando a lealdade de nossa parte como consequência natural nesta relação. Enviar um e-mail é muito fácil. Apertar uma tecla, quase que um movimento involuntário da nossa mão. Mas levantar e se dirigir à sala de seu subordinado para elogiá-lo pessoalmente virou um ato impensável. Encontros com apertos de mão e olhos nos olhos, uma atitude menosprezada. Reuniões presenciais para discutir o presente e os rumos da empresa, uma iniciativa taxada como enfadonha e improdutiva. Líderes inspirando colaboradores a darem o melhor de si nas organizações, uma proposta ridicularizada pelos cínicos de plantão.

Da mesma forma que gostamos de criticar a exploração espacial argumentando que o dinheiro poderia ser melhor investido aqui na Terra, também gostamos de culpar a tecnologia pelas mazelas do nosso mundo quando, na verdade, esquecemos que ela é apenas uma ferramenta em prol de um objetivo maior que frequentemente ignoramos. E cabe a nós e não à tecnologia dar significado para o mundo ao nosso redor. Nós é que decidimos. Nós é que deixamos de decidir.

Como tudo realmente importante nesta vida, os projetos mais ambiciosos demandam um tempo longo para serem concretizados. E é com este espírito de reflexão sobre o tempo que eu peço a você: esqueça os planos modestos; eles não são capazes de gerar o entusiasmo que sua empresa tanto necessita para transformar a vida das pessoas, sejam elas clientes ou funcionários.

Em ritmo de contagem regressiva, a Afronta Marketing deseja a todos um período de festas repleto de profundos significados. E que em 2015 você possa ter a ousadia de devotar muito mais do seu tempo em nome das pessoas ao seu redor. O mundo precisa desesperadamente disto!

Este blog é um oferecimento da Afronta Marketing.

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