Como Divulgar Uma Empresa?

Como divulgar uma empresa

Vivemos em um mundo com excesso de publicidade. TV aberta, TV a cabo, rádio, jornais, revistas, panfletos em semáforos, outdoor, busdoor, mídia em elevador, mídia em restaurante, mídia de banheiro, publicidade no cinema, promoção em toalha de papel de fast food, publicidade nas laterais de campos de futebol, via telefone fixo e também via celular. Na Internet, então, temos um universo à parte com publicidade em banners, games, e-mail marketing, links patrocinados e os odiados pop-ups infernizando a nossa vida. Esse mercado tão absurdamente segmentado, com tantas opções e ao mesmo tempo tão invasivo, está na verdade em uma crise de identidade, pois nessa luta pela disputa da nossa atenção, a publicidade está gerando um efeito contrário ao da persuasão que é deixar-nos cada vez mais irritados com tanta interrupção para vender-nos algo. Outro dia mesmo, em um momento extremamente atarefado, fui interrompido pela ligação de um vendedor de uma grande empresa de telefonia com a oferta de um plano que não me interessava e fiquei surpreendido com a reação do “profissional” diante da minha negativa: “… já que o senhor não gosta de economia, passar bem!”. Pode isso?

Mas o que fazer quando precisamos divulgar nossa empresa? Qual o melhor caminho a ser tomado ao invés de gerar aquilo que nós menos queremos: a irritação do nosso cliente? Sem sombra de dúvida é a Internet por questões de tecnologia, alcance e baixe custo, superando todas as outras mídias com bastante folga. E também porque o mundo aprendeu com o Google que a publicidade só deve ser aceita quando digitamos uma palavra ou expressão relacionada a um produto ou serviço qualquer em um lugar já predeterminado para isso. Chega dessas interrupções tão típicas da publicidade tradicional!

Mas calma lá! É preciso entender essa escolha com bastante cautela.

A disputa pela nossa atenção é ainda mais acentuada na Internet, onde incontáveis empresas lutam para a aparecer nas primeiras posições da primeira página do Google,  seja na busca orgânica ou ainda nos anúncios que aparecem na parte superior e na lateral direita do nosso navegador. Estar nas primeiras posições significa ser encontrado pelo seu cliente (o Google detem 90% do mercado brasileiro de buscas, de acordo com a última pesquisa do Hitwise), uma vez que dificilmente passamos da primeira página nos resultados de busca entre os milhões de respostas para cada palavra digitada. A essa classificação o Google dá o nome de PageRank™, que é uma família de algoritmos de análise de rede que atribui pesos numéricos a cada elemento de uma coleção de documentos hiperligados para ajudar a determinar a relevância ou importância de uma página. Esse sistema foi desenvolvida pelos fundadores do GoogleLarry Page e Sergey Brinenquanto cursavam a Universidade de Stanford em 1998. 

As empresas que aparecem nas primeiras posições do PageRank™ não estão ali à toa; existe todo um trabalho de engenharia de otimização de sites (SEO – Search Engine Optimization) que considera a relevância em relação à palavra ou expressão digitada. Ou seja, segundo o próprio Google, existem por volta de 200 critérios que seus complexos algoritmos consideram na hora de classificar um site como mais ou menos relevante em seus resultados (tem gente que afirma que o Google teria quase 1000 mas não divulga isso por razões óbvias) e, acredite, a maioria desses critérios a gente sequer parou um minuto para pensar a respeito. Mas em resumo, poderíamos dizer que relevância para o Google significa a maior quantidade associada à melhor qualidade das informações em relação a um determinado assunto buscado.

É por isso que eu bato na tecla do conteúdo. Sem conteúdo sua empresa está morta na Internet. O Google não consegue nem te achar!

Mas lembre-se que estar entre as primeiras posições do resultado de buscas do Google resolve apenas parte do problema. Seu cliente em potencial ainda precisa ser estimulado a clicar no link que leva à sua página e depois permanecer tempo o suficiente nela para pesquisar o que precisa, se informar sobre todos os detalhes e depois ser convencido de que vale a pena comprar aquilo que você vende diretamente na página ou entrar em contato com a sua empresa para solicitar um orçamento. Fácil né? Pois é… E você ainda acha que com aquele site 1.0 que parece mais um catálogo online (muito feio, por sinal) sua empresa está presente na Internet. Digamos até que você está na Internet mas encontrá-lo na grande rede seria como procurar por um bote pequeno, feio, desbotado sem ninguém dentro dele fazendo sinal (sem informação) à deriva no Oceano Pacífico.

Lembre-se: cliente bem informado é cliente preparado para a compra. E informação aqui é bem diferente de jabá. Não é mais publicidade e sim conteúdo relevante para o tipo de cliente que você atende. Você informa seu cliente da maneira correta? Ao longo do processo de compra, também conhecido como “pipeline” no jargão de marketing e vendas, você interage com seu cliente fornecendo todas as informações que o deixarão seguro o suficiente para efetuar a compra? Agora imagine que esse cliente em potencial não está na sua frente, no seu escritório mas sim à quilômetros de distância, clicando em um mouse, na frente da tela de um computador. Como você espera que ele fique seguro ao ponto de comprar algo de você?

Pense nisso…

Este blog é um oferecimento da Afronta Marketing.
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